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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mitsubishi quer entrar para F1 elétrica, diz site


Segundo informações do site japonês Mainichi Daily, a Mitsubishi estaria disposta a participar da categoria de elétricos que a FIA estuda criar. “Nós estamos muito interessados. Nossos funcionários estão dizendo que deveríamos participar. Os custos de desenvolvimento para carros elétricos parecem mais baixo do que para carros a gasolina, e isso também contribuiria para o desenvolvimento tecnológico de veículos que já estão no mercado”, justificou o presidente da marca, Osamu Masuko.

Se confirmado o ingresso da Mitsubishi à possível categoria, a marca retornaria às competições: a desistência mais sentida foi o abandono do Rally Dakar, em 2009, o qual dominou por anos. “Eu sou considerado um não-entusiasta de esportes a motor. Mas se tratando de elétricos, quero promove-lo”, completou Masuko.

Recentemente, o presidente da FIA, Jean Todt (ex-Ferrari), revelou grande interesse em criar uma espécie de Fórmula 1 composta por carros elétricos, que motivaria o interesse geral nesse tipo de veículo.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Em cinco anos, Mitsubishi investirá R$ 1 bilhão no Brasil


Na semana passada, o Pajero Dakar, até então importado da Tailândia, estreou a versão nacional, produzida daqui em diante em Catalão (GO). Agora, a Mitsubishi anuncia que investirá R$ 1 bilhão no Brasil ao longo dos próximos cinco anos. Atualmente com 12 produtos em sua linha, a marca japonesa é a 13ª colocada no ranking nacional.

A curto prazo, a Mitsubishi aplicará o investimento anunciado na ampliação da capacidade da fábrica de Catalão, que saltará de 180 para 300 carros produzidos por dia, alcançando a marca de 100.000/ano. Além desta unidade fabril, a empresa quer uma planta de motores até 2014 que, segundo o presidente da montadora, Robert Rittscher, poderá atrair de oito a 15 fornecedores para a região, além de somar 1.000 novos empregos aos atuais 3.300 postos de trabalho.

Outra medida importante será a nacionalização de alguns modelos: depois do já citado Pajero Dakar, o próximo a ganhar cidadania brasileira será o crossover ASX, previsto para o primeiro semestre de 2012. Por fim, a Mitsubishi pretende entrar para o concorrido segmento de sedãs, provavelmente com uma versão “convencional” do esportivo Lancer Evolution.
Fonte:  iGCarros

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pajero Dakar 2012 chega por R$ 147.990


Imune aos desastres naturais que afetam a indústria do Japão, a Mitsubishi apresenta a linha 2012 do Pajero Dakar, até então importado da Tailândia e que agora é produzido em Catalão (GO). Custando R$ 147.990, o novo utilitário esportivo ganha a versão HPE, sigla para High Performance Equipment.


Entre as novidades, bancos revestidos em couro e tecido, rodas de liga leve redesenhadas e sete cores (Vermelho Bordeaux, Verde Pantanal, Branco Alpino, Cinza Londrino, Prata Rodhium, Prata Técno e Preto Ônix) inéditas. Internamente, o SUV também entrega GPS, CD, DVD e MP3 Player e Bluetooth com viva-voz, volante com controle de áudio e piloto automático, terceira fileira de bancos (com ar-condicionado independente), airbag duplo, acendimento automático dos faróis, além dos sensores de chuva e estacionamento e espelhos retrovisores rebatíveis eletronicamente.


Na parte mecânica, o Pakero Dakar mantém o motor 3.2 16V turbodiesel, de 165 cv e 38,1 kgfm de torque, associado a uma transmissão automática de apenas quatro marchas, mas com opção de trocas manuais. Há freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, além dos modos de tração 4x4, 4x4 bloqueado e 4x4 bloqueado com reduzida. Segundo a Mitsubishi, a linha Pajero Dakar ganhará novos integrantes a partir de junho - provavelmente em substituição à versão Sport, descontinuada no mês passado.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 31 de março de 2011

Mitsubishi lança Outlander com motor 2.0


A Mitsubishi Motors já tem em suas concessionárias no Brasil a linha 2012 do crossover Outlander, que chega importado do Japão com novidades. O principal destaque é a nova versão com motor 2.0, substituindo a opção de entrada da linha anterior, que tinha bloco 2.4. Já o modelo V6 GT, o mais equipado da gama, recebeu pequenas mudanças visuais e ganhou mais equipamentos.

O Outlander 2.0 tem propulsor com 16 válvulas e duplo comando no cabeçote (DOHC). Desenvolve 160 cavalos de potência (10 cv a menos que o 2.4) a 6.000 rpm e 20,1 kgfm de torque (3,9 kgfm a menos) a partir de 4.200 rpm. A versão tem tração 4x2 e o câmbio é do tipo CVT (Transmissão Continuamente Variável, com relações infinitas), porém possui modo sequencial (com borboletas atrás do volante) com 6 marchas fixas.


De fábrica, o modelo 2.0 vem com rack de teto, sensores de luz e de chuva, teto solar, bancos de couro, banco do motorista com ajuste elétrico, 6 airbags, freios ABS e sistema de som com leitor de CD e MP3 e conexão para celular via Bluetooth. Custa R$ 99.990, mesmo valor do Outlander 2.4 2011.

A versão V6 GT, por sua vez, ganha na linha 2012 moldura da grade dianteira cromada, porta-luvas refrigerado, painel e portas revestidos de couro, computador de bordo com display em LCD colorido e o Hill Start Assist, um assistente eletrônico para partidas em subida. O motor é o 3.0 24V com seis cilindros em V de 240 cv a 6.250 rpm e 31 kgfm de torque começando em 3.700 rpm. O GT ainda tem transmissão automática de 6 marchas e tração 4x4. O preço do modelo foi reajustado para R$ 124.990.

O Outlander GT vem equipado de série com todos os itens da versão 2.0 com o acréscimo de controles eletrônicos de estabilidade e tração e sistema multimídia com navegador GPS. As duas versões do crossover da Mitsubishi dispõem das opções de pintura Prata Silver, Cinza Medium Gray, Preto Black Mica e Branco White Pearl.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mitsubishi encerra vendas do Pajero na Argentina


O representante da Mitsubishi Motors na Argentina, Grupo Alfacar, anunciou o fim das vendas do Pajero Full naquele mercado. Segundo o presidente da companhia. Arturo Scalise, não vale mais a pena trazer o utilitário à terra do tango, devido à nova legislação de importação. Nela, o governo local exige que cada unidade vinda do exterior com motor diesel maior que 2.5 (e gasolina maior que 3.0) tenha de trazer licenciamento único para venda – ou seja, acaba-se a possibilidade de trazer lotes com autorização automática.

De acordo com o executivo, a nova artimanha desestimula a importação principalmente devido ao tempo que leva para ser concedida. Outros motivos seriam o alto preço (US$ 99,9 mil, cerca de R$ 170 mil, o que é caro para os padrões argentinos) e a baixa demanda (apenas 36 exemplares foram emplacados no ano passado). Para completar, a marca lançou há pouco tempo o Pajero Dakar (lá vendido como Pajero Sport), importado da Tailândia, que terá de passar pelos mesmos trâmites, mas com preços tabelados em US$ 70 mil.

O Pajero é a primeira vítima da nova política de importação automotiva da Argentina – e provavelmente não será a única. Em breve, membros da Cidoa, a câmera de importadores de automóveis daquele país, devem anunciar outras “mortes”.
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